Múltiplos Papéis


Empresário/Empresária, Avô/Avó, Pai/Mãe, Filho/Filha, Amigo/Amiga, Namorado/Namorada, Marido/Esposa.

Esses são apenas alguns dos papéis que assumimos ao longo da nossa jornada da vida, você já parou para pensar quantos papeis você ocupa hoje?

Quando nascemos já ganhamos os nossos primeiro, somos o bebê tão desejado e amado pelos nossos pais, somos netos, filhos, irmãos e primos de alguém, conforme vamos crescendo e nos desenvolvendo, nossos papéis perante a sociedade também vão evoluído, na infância no período escolar já assumimos algumas posições na escola, nossos pais e outros adultos já começam com a pergunta: o que você quer ser quando crescer? E com a inocência de criança respondemos: Astronauta, Jogador de Futebol, Pop Star, Médico e entre tantas outras profissões que conhecemos nessa idade.

Já na adolescência assumimos novos papéis, além de netos, filhos, irmãos e primos de alguém, somos amigos, namorados e já começamos a refinar a resposta, pensamos um pouco a frente e a frase: O que você vai ser quando crescer?   Soa com um peso um pouco maior, a resposta não é tão simples e instantânea, a idéia de ser astronauta já vai ficando na gaveta, e começamos a ser mais racionais perante a escolha profissional.

Quando entramos na fase jovem temos a difícil tarefa de escolher a profissão, aquela profissão tão sonhada que vai nos acompanhar todos os dias, que as pessoas vão nos conhecer por trabalhar com aquilo e talvez sim talvez não, ser o melhor profissional naquela área, a resposta para pergunta se torna mais real como, advogados, professores, dentista, médicos, administradores, empresários entre tantas outras  profissões que temos a disposição para escolher.

E logo chegamos a tão esperada fase adulta, onde além dos papéis anteriores já citados acima, acumulamos também os papéis de marido, esposa, pai, mãe. E é muito comum assumirmos diversos papéis, mas será que esses papéis que desempenhamos representa quem somos na essência?

Alguns desses papéis assumimos ou aceitamos pelo conforto, comodismo, confiança ou até mesmo crenças limitantes de acharmos que nascemos para ser “isso” e é assim que tem quer ser, muitas das vezes influenciados pela família, amigos ou o meio em que vivemos na sociedade. Porque quando os assumimos sabemos exatamente o que precisamos fazer dentro desses papéis, as funções e as tarefas que precisamos executar dia após dia, se tornam automáticas.  

O papel que assumimos, seja qual for não nos define, o papel não é aquilo que somos, você não é o dono da empresa Y, não é a mãe ou pai da menina X, você não é o advogado, médico, dentista, o filho XYZ.

Quem é você fora do papel que representa?

A pergunta que se deve fazer é: Quem é você na essência?


Simone Castro


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